Conheça os nossos clientes: Tollef e Eva
A uma viagem de ferry de Oslo fica a península de Nesodden, onde a Eva e o Tollef instalaram a sua Elise - no meio da natureza, mas perto da capital norueguesa. Viver numa tiny house tornou-se, para o casal, uma forma de se libertar das estruturas limitadoras da sociedade.

– O design, os materiais e os custos da sua habitação são a base de tanta coisa na sua forma de viver em geral. Queríamos uma casa construída com materiais de alta qualidade, mas, ao mesmo tempo, não queríamos um grande crédito à habitação que passaríamos anos a pagar. Viver numa tiny house tornou-se uma forma de pegarmos na nossa situação de habitação com as nossas próprias mãos, tanto na qualidade da casa como em ganhar mais tempo livre.Até agora, viver numa tiny house tem sido uma experiência muito boa para o Tollef e a Eva. Não só se sentem mais livres a nível económico; há também a liberdade de uma maior flexibilidade. A Eva é da Alemanha e, se algum dia ela e o Tollef voltarem para lá, podem levar a casa com eles. Mesmo que a Elise pareça espaçosa para os dois, significou ainda assim reduzir os pertences, o que os fez repensar aquilo de que precisam em casa.– Um espaço mais pequeno também nos convidou a desafiar-nos, por exemplo explorando o nosso espaço interior através da meditação, e passando mais tempo ao ar livre.Os materiais amigos do ambiente também pesaram muito na escolha da Elise pelo casal. O Tollef está contente por ter investido em materiais de boa qualidade, e destaca tanto a estética como o bom clima interior da sua casa acolhedora.– Agora estamos muito mais perto da natureza e da terra onde a nossa casa assenta. As consequências das nossas ações são mais imediatas do que antes, o que nos torna mais conscientes da forma como tratamos o solo e a natureza à nossa volta. Vivemos isto como uma forma de viver mais enraizada, que também permite que a vida interior da alma se torne mais rica, tanto individualmente como em comunidade com os outros. Temos a sorte de ter vizinhos muito bons, algo com que antes só sonhávamos e que não esperávamos encontrar. Ao abdicar de certos confortos que tínhamos, ganhámos muitas outras coisas bonitas que antes não tínhamos. Mas, embora seja uma forma de viver mais simples, há um ótimo equilíbrio entre minimalismo e conforto. Para a Eva e o Tollef, escolher este modo de vida foi uma decisão clara de seguir noutra direção, onde muitas coisas no caminho eram desconhecidas e incertas. Uma parte importante do processo de decisão foi deixar que o desejo de uma forma de viver mais vibrante e viva crescesse mais do que o medo de sair do estabelecido para o desconhecido.– Escolher viver assim exige alguma coragem; a coragem de nos libertarmos da suposta segurança do mercado de habitação normal e de viver de outra forma. A recompensa, para nós, é poder viver de forma mais aventureira, em que a viagem emocionante e rica da vida pode ser vivida de forma mais consciente e intensa.





